O coração, numa linha: não duplicar o mundo toda vez que alguém discorda dele. A nossa varredura identificou isto — interpretações rivais mantidas como entidades de 1ª classe — como a propriedade que melhor distingue o BH das abordagens avaliadas; damos-lhe um nome de trabalho: FCIR. Conclusão provisória: a alegação de paradigma universal não foi confirmada, e a FCIR já existe em RDF named graphs e standoff annotation — julga-a como síntese, não como invenção.
O mesmo modelo, em texto
Interp A (alice): céu gato rua coexistem · co-registadas · 1ª classe
Interp B (bob): céu gato rua
Interp C (carol): céu CÃO rua (discordam em e2 — ambas mantidas)
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substrato: e1 e2 e3 imutável · guardado uma vez
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adjudicação no momento da leitura (OPCIONAL · não armazenada):
uma lente · maioria -> "gato" · manter a discordânciaO que o torna diferente — e o que não torna
Guardar um substrato uma vez e ler seletivo já é SOTA maduro (DICOM, COG, lakeFS, S-LoRA…) — o BH não reivindica isso. Uma varredura de 20 domínios achou a FCIR ainda pouco explorada: o mesmo modelo manteve-se em quatro protótipos muito diferentes —
| instância | domínio | o mesmo modelo, instanciado |
|---|---|---|
bhanno | anotações rivais | K rotulagens coexistem, adjudicação opcional — a mais pura |
bhmem | memória de agente | versões conflitantes sobre um histórico |
bhckpt | checkpoints de modelo | leituras alternativas de uma base partilhada |
bhtrace | traces | lentes concorrentes sobre uma árvore de spans |
Onde ajuda mais (honestamente): preservar a discordância entre anotadores em ML — manter cada leitura de 1ª classe em vez de colapsar para um único gold label ("aprender da discordância"). Ver a Conclusão.
Não duplicar o mundo toda vez que alguém discorda dele.
DOI: 10.5281/zenodo.20821058